Traductor

domingo, 28 de maio de 2017

Skrei "Bacalhau fresco"

O bacalhau fresco pouco conhecido dos portugueses, que são os terceiros maiores consumidores mundiais deste peixe, mas em seco e salgado. E entre as especies de bacalhau fresco existe uma espacie ainda menos conhecida, o skrei.
Esta especie sazonal, que apenas está disponível  só entre fevereiro e abril, com o nome de ‘Skrei’ apenas usado para o Bacalhau do Ártico (gadus morhua) durante o primeiro período do ano. Capturado antes da desova, que acontece nas zonas costeiras da Noruega após uma migração de mais de 1000 quilômetros contra as correntes das águas frias.
Ali chegado, o skrei que percorreu essa distancia sem se alimentar, o que o tornou mais musculado e carnudo do que o bacalhau fresco convencional, apresentando uma textura mais firme e rica, próxima da lagosta. 

Graças aos novos processos de trasporte e conserva, atualmente é possível transportá-lo desde a Noruega para países longínquos como Portugal ou Espanha ou outros países em apenas cinco dias, assim os portugueses já podem consumir este peixe nobre da maneira tradicional dos noruegueses ou combina-los com as técnicas da gastronomia portuguesa, que é das melhores do mundo na confecção do bacalhau.

Ingredientes
2 lombos de skrei de 200 gramas cada (ou bacalhau fresco normal)
300 gramas de batatas
100 gramas de queijo Parmigiano ralado

2 tomates vermelhos maduros
2 chalotas
1 dente de alho
1 pimento verde italiano
1 colher (das de café) de colorau
1 colher (das de sopa) de vinagre japonês (adocicado especial para sushi)
Sumo de limão
Sal grosso marinho
Azeite
Tabasco
Pimenta a gosto

Preparação
Tempere o peixe com sal, pimenta e sumo de limão a gosto e deixe repousar. Entretanto prepare um estrugido ligeiro com as chalotas picadas, o alho laminado e o pimento picado grosso numa sertã com um fio de azeite, tempere de sal, reserve. Num tabuleiro de ir ao forno coloque ao centro um dos tomates picado e por cima o peixe com as batatas que foram previamente cozidas a volta e espalhe por cima estrugido de chalota, polvilhe com colorau por cima de tudo e coloque o outro tomate por cima do peixe com umas gotas de tabasco e o vinagre. Tape com papel alumínio e vai ao forno pré-aquecido a 200ºC uns 30 minutos, retire do forno e destape e espalhe o queijo por cima e volta ao forno mais uns 10 minutos para derreter o queijo sem o papel de alumínio. Sirva bem quente



Bom Apetite

domingo, 21 de maio de 2017

Fajitas de vitela com molho de iogurte

Ideal para aquele lanchezinho fim de domingo e não noz apetece sair de casa ou quando estamos de Nesting, ou seja, ficar em casa, passar o fim de semana em casa. Uma atividade que era pouco recomendada, mas que está sendo uma tendência de moda (já estou de moda a muitos anos) usufruir os prazeres de ficar em casa. Mas voltando ao tema do nosso lanche, aqui vai uma dica para quando penses fazer Nesting fazer as compras de antecedência.

Ingredientes
500 gramas de bifes de vitela
1 pimento vermelho
1 pimento verde
1 chalota media
1 colher (das de café) de cominhos
1 colher (das de café) de colorau
2 malagueta secas (ou outro picante)
3 colheres (das de sopa) de azeite
6 a 8 tortilhas de milho (para tex-mex)
Sal e pimenta agosto

Preparação
Descascar a chalota e cortar em tiras, cortar os bifes em tiras finas e limpar de sementes e cortar os pimentos em tiras, reserve. Num recipiente misturar o cominho, o colorau, a malagueta esmagada e temperara de sal e pimenta a gosto, misturara com as tiras de carne e deixar tomar gosto por uns 15 minutos. Aquecer um Wok grande com o azeite e saltear os pimentos com a chalota até que fiquem brando, agregar a carne marinada e cozer uns 3 minutos removendo e misturando sempre todos os ingredientes até que a carne esteja cozida, retire do lume e mantenha em lugar quente. Aqueça as tortilhas em uma sertã antiaderente e sirva recheada com o preparado de carne com o molho de iogurte, para dar um toque mais saudável acrescente um pouco de salada mista. Caso tenha crianças para que não fique tão picante substitua a malagueta por um ramo de coentros bem picado.



Para o molho de iogurte
1 iogurte liquido natural
1 medida do frasco de iogurte de maionese
1 colher (das de café) de alho em pó
½ colher (das de café) de sal fina
½ colher (das de café) de salsinha picada
1 pitada de açúcar
1 pitada de curry
1 pitada de cominhos

Preparação
Misturar todos os ingredientes energeticamente até ficar bem homogêneo, guardar no frigorifico até a hora de servir.

Bom Apetite

sábado, 20 de maio de 2017

Salteado de feijão frade com salsichas

Restos de comidas muitas vezes sobram na cozinha, muitas vezes quando temos visitas e prepara-se sempre a mais. O certo e que muitas vezes acabam sendo esquecidas num recipiente no frigorifico, as vezes por não apetecer no dia seguinte ou mesmo por esquecimento e acaba no lixo. Uma coisa simples de resolver, quando usamos um pouco a nossa imaginação e aquele restinho mais alguma coisa até pode ser uma boa refeição no dia seguinte.
 Eu muitas vezes quando me sobra e não sei o que fazer, costumo congelar sobras de carne, peixe, molhos, etc. para mais tarde incrementar outros pratos como por exemplo empadões, suflês, molhos, etc. Claro que sendo congelado uma vez e descongelado não sé pode voltar a congelar, por isso tem-se que pensar bem na hora de preparar. O prato de hoje está relacionado de umas sobras de feijão frade de uma salada e de um resto de uma embalagem de salsichas frescas que usei para rechear um peixe ao forno e não sei porque veio-me a memória o cassoulet francês.

Ingredientes
Salsichas frescas
Feijão frade cozido
1 dente de alho laminado

1 ramo de salsinha picada
Azeite quanto baste

sal e pimenta sé necessário






Preparação
Numa sertã antiaderente grelhe as salsichas, retire e reserve em lugar quente. Coloque na mesma sertã um pouco de azeite e o alho, quando o alho começar a dourar acrescente os feijões e saltei. Retifique os temperos de sal e pimenta e junte as salsinhas já preparadas e sirva bem quente.



Bom Apetite

domingo, 14 de maio de 2017

Dourada recheada e embrulhada em bacon

Peixe assado no forno pode-se fazer de várias maneiras, passando muitas vezes pela nossa imaginação. Pensando nisso e folheando um livro de receitas encontrei uma que me vai a preceito, sendo assim hoje voz trago uma receita de dourada (um dos meus peixes preferidos) recheado com carne de salsicha fresca uma maneira muito clássica dos britânicos no século XIX de assar os peixes no forno. Embrulhado em finas fatias de bacon fumado servira para aguentar o recheio e portar ao peixe um sabor fumado e salgado.

Ingredientes
2 douradas medias limpas e escamadas
4 dentes de alhos esmagados com a casca e partidos ao meio
1 limão (sumo)

500 gramas de batatas medias descadacadas
De 15 a 20 fatias de bacon fumado
Umas ramas de tomilho seco
Azeite
Sal grosso marinho
Pimenta a gosto

Para o recheio; 
4 salsichas frescas
1 ramo de salsa picada
1 pitada de pimenta caiena
As folhas de um ramo de tomilho



Preparação
Abrir as salsichas e misturar com todos os ingredientes do recheio, reserve. Secar bem o pescado com papel de cozinha e temperar com sal e pimenta a gosto, espremer o sumo do limão por dentro do peixe e rechear com a metade da mistura da carne das salsichas. 

Numa tabua de cozinha coloque metade as fatias de bacon em zigue-zague formando uma V, sobreponha com uma dourada e envolve com as fatias e transfira para um tabuleiro de ir ao forno, repita a operação com a outra dourada. Regue com um pouco de azeite e espalhe por cima os ramos de tomilho e os alhos, leve ao forno pré-aquecido 220ºC entre 25 a 30 minutos ou até o peixe esteja bem assado e o bacon crocante. 
Sirva com as batatas assadas em azeite temperada com sal alhos e tomilho.



Bom Apetite

sábado, 13 de maio de 2017

Ameijoas com toucinho ibérico

Voltando a falar do tema das tapas aqui vai uma que serve muito bem como um entrante mais reconfortante, assim como uma refeição tipo Mar-Terra. Um prato que sé pode dizer que tem umas certas aparências a Carne de porco à Alentejana na qual utiliza estes dois ingredientes, ameijoas e carne de porco. Para elaborar este prato um dos seus requisitos importante e utilizar ameijoas frescas sé possível.

Ingredientes
1 kg de ameijoas frescas
250 de toucinho entremeado de porco ibérico (ou uma boa entremeada de porco)
½ copo de vinho branco
Uns raminhos de tomilho seco

Azeite
Sal grosso marinho
Sumo de limão (opcional)
Pão tostado para acompanhar



Preparação
De véspera salgar o toucinho com sal e deixar no frigorifico. No dia limpar o excesso de sal e cortar em tiras de um 
centímetro e logo em pedaços de 3 centímetros, lavar as ameijoas e descartar as que não sé fecham ao tocá-las. 
Colocar em lume médio um tacho largo com um fio de azeite, acrescentar o toucinho com o tomilho para fritar uns 5 minutos, até que fique dourada de todos os lados. Subir o lume e verter o vinho e acrescentar de imediato as ameijoas, dar uma sacudidela ao tacho e tapar, deixar cozer uns 4 minutos ao vapor. Dívida em 4 malgas quentes em porções iguais e tempere com uma pitada de pimenta (em princípio não faltara sal pois o toucinho está salgado), esprema umas gotas de limão e sirva enfeitado com pão tostado.



Bom Apetite

domingo, 7 de maio de 2017

Costela de boi no forno

Aqui está um corte de carne bovina que em Portugal muitas vezes é conhecida como Aba, na qual normalmente os portugueses só utilizam para cozer o que é uma pena. O corte da costela bovina fica numa peça de carne muito conhecida como ponta de agulha inteira na qual se retira o corte do vazio, assim ficamos com uma costela inteira na qual contem 8 ossos, esta peça de carne ainda sé pode fazer mais três cortes. O corte de cima, ou seja, a parte mais alta da costela, com mais osso e mais dura (na qual vamos utilizar), no centro temos um corte muito conhecido como costela mindinha a mais saborosa de todas e na ponta da parte lateral que contém um pouco de file, um corte excelente para cozer. Todos estes cortes podem ser assados na brasa ou no forno assim como cozida, sendo que cada corte tem a sua utilização mais adequada. Hoje vamos fazer um assado no forno, excelente para um domingo na qual estamos mais descontraídos e com tempo. Os britânicos costumam comer este corte acompanhado com um molho de chalotas caramelizadas (uma planta bulbosa da família das cebolas com 1,5 cm de diâmetro que parecem miniaturas de cebolas. Possuem um sabor semelhante ao da cebola, mas mais delicado, e são por isso usadas em vez da cebola em pratos e molhos mais refinados), sendo que podem acompanhar com o que mais gostam, batatas, purê, legumes ou saladas. Mesmo assim deixo a receita do molho, na qual já o fiz e é uma delicia.

Ingredientes
1.5 – 2 kg, de costela corte alto (aba grossa)
1 bom ramo de alecrim
Escamas de sal marinho quanto baste (podem usar sal grosso)

Azeite quanto baste
Pimenta a gosto (preferencia moída na hora)

Para as chalotas;
3 chalotas largas
1 dente de alho
2 colheres (das de sopa) de farinha maizena
2 colheres (das de sopa) de vinagre balsâmico
1 copo de vinho tinto
½ litro de caldo de carne
umas folhas de estragão




Preparação
Esfregar a carne com azeite e o sal e polvilhar com pimenta e o alecrim picado, colocar em um tabuleiro com a parte mais gordurosa para cima. Leve ao forno pré-aquecido a 240ºC durante uns 20 minutos para tostar, baixe para 180ºC e deixe assar por 90 minutos aproximadamente. 

A meio do tempo virar a carne para que fique assado de maneira uniforme. As temperaturas podem variar de forno para forno, por isso convém verificar sé a carne esta assada espetando um espeto e pressionar ligeiramente, quanto mais rosado é o suco, mais crua está a carne.
 Aqui deixo uma tabela orientativa de tempo de assado, por 450 gramas de 12 a 15 minutos para ficar mal passada, de 18 a 20 minutos para ficar ao ponto.
Retire do forno e transfira a carne para uma travessa, cubra com papel alumínio deixe repousar uns 20 minutos enquanto prepara o molho. Retire a maior parte da gordura que está por cima (usar fatias de pão de forma que funciona como esponja) e transfira o que sobra para ( sé poder pôr o tabuleiro ao lume melhor) uma sertã e leve ao lume médio com as chalotas descascadas e o alho esmagado, verifique os temperos de sal e pimenta e deixe estrugir uns 5 minutos mexendo sempre. Subir o lume e deixar dourar a chalotas, acrescente a farinha e mexer, junta-lhe o vinagre e o vinho e misturar bem. Junta-lhe o caldo e deixar ferver de 10 a 15 minutos ou até o molho engrossar, junta-lhe o estragão e retire do lume. Sirva a carne tracejada com o molho bem quente por cima.


Bom Apetite









sábado, 6 de maio de 2017

Tapa de presunto com grão de bico

Salir de tapas (sair para petiscar) em Espanha é uma das atividades mais populares e tradicionais, um dos hábitos alimentares de Espanha e da gastronomia mediterrânea mais famosa, no que toca picar. Em certas regiões também são conhecidos como pinchos. As tapas são pequenas porções de comida com um tamanho regular que normalmente sé come em uma ou duas mordidelas servida na maioria dos bares em toda a Espanha. Normalmente são grátis ou simplesmente custam menos quando incluído com bebida.
Segundo a história a palavra tapa em espanhol significa “ tapadera" ou "cubierta" e acredita-se que a tradição surgiu a partir da prática de cobrir os copos de vinho com pequenas fatias de pão ou fatias de presunto para impedir a entrada de insetos ou outras impurezas.

Atualmente ir de tapas é um conceito de comer e socializar-se, conversar, beber e comer um petisco com os amigos depois do trabalho. Os pontos de encontro são nos bares onde amigos ou conhecidos encontram-se regularmente. As tapas são um fator determinante de saber se um bar é bem-sucedido e sé está de moda. Assim como podem ir de bar em bar com um grupo de amigos saciando o apetite ou até fazer uma refeição de varias tapas. Uma coisa é certa as tapas tornaram-se parte da identidade cultural espanhola ao ponto de ser oferecidos em banquetes que recebem altos dignitários, conhecidas como reuniões de tapas. Hoje em dia há bares e restaurantes que se especializaram em tapas tornando-se um fenômeno conhecido como cozinha em miniatura que figura em muitas cartas de menus em restaurante de alta cozinha. As tapas vareiam de região em região conforme os costumes e cozinha local sendo quentes ou frias. Além disso, há muitas categorias diferentes de tapas como brochettes, pequenos sanduíches, outros mais tradicionais servidos em pequenas panelas de barro, taças ou malgas pequenas bem ornamentadas ou então a mais simples de todas, azeitonas ou queijo com pão. Mas o mais importante e o convívio que surge a volta de uma tapa.

Ingredientes; para 4 tapas
100 gramas de grão de bico cozido e escorrido

 8 fatias de presunto ibérico
2 dentes de alho laminados
2 colheres (das de sopa) de azeite
Algumas folhas de manjericão fresco
Sal marinho
Pimenta negra a gosto

Preparação
Aquecer o azeite em uma sertã a fogo baixo e juntar os alhos e dourar um minuto para aromatizar o azeite. Juntar o grão de bico e o manjericão, subir o lume e temperar de sal e pimenta (de preferência moída na hora) a gosto, mexer bem. Retire a sertã do lume e devida o preparado em quatro pratos na qual já conte duas fatias de presunto bem finas. Servir quente.



Bom apetite